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Desabafos De Todos Os Tipos E Feitios

Vão-se encher de traças..

Não tenho por hábito falar de futebol, até porque não percebo muito do assunto. Mas visto que somos Campeões, título que estamos à espera desde a tão afamada e inesquecível  final do Euro 2004, resolvi abrir uma excepção.

 

Já que falei do Euro 2004, começo mesmo por aí: Gregos, estais perdoados. Aquela final traumatizou-me para a vida e nunca mais segui partida de futebol com tamanha atenção, mas há que ter em conta que apesar de terem jogado de uma maneira muito manhosa que sempre me fez lembrar a técnica do cerco (utilizada por nós há uns anitos em batalha), não tentaram partir joelhos para ganhar.

 

Agora esta final.. podem dizer que não fomos a melhor equipa, e que não merecíamos ganhar e blá, blá,blá.. No entanto ninguém pode negar que a nível de Karma esta Final foi épica. Como diz o ditado "Karma is a bitch" e esta final é o exemplo disso: 

Ganhámos contra o favorito que estava a jogar em casa, depois de há 12 anos termos perdido em casa.

Ganhámos a um país cuja imprensa afirmou que a nossa forma de jogar era nojenta, numa final em que a técnica utilizada em jogo que fedeu foi a deles. Futebol é diferente de "Futejoelho" na minha opinião (sim, eu sei que não foi um pontapé no joelho)

Ganhámos com um golo de um jogador que levantava sérias dúvidas a carradas de gente, alguns deles certamente entendidos. 

Resumidamente: Ganhámos.

Os Franceses podem dizer que jogaram melhor, certo é que não houve bola a entrar na baliza do Patrício. E no futebol não se ganha pelo número de defesas do guarda-redes do adversário.

Não puseram as nossas cores na Torre Eiffel porque  não tivemos "hashtags" suficientes no twitter. A ser verdade, não há crise, em Portugal temos carradas de Monumentos para iluminar, e nenhum é uma Antena. (Se isto fosse um blog famoso, ia ouvir tanto por esta).

Conclusão: Somos campeões segundo as regras. Aos franceses aziados que assinaram a petição para repetir a final só me resta dizer o seguinte:

Vão-se encher de traças, isto se elas não nos preferirem a nós também.